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'Aurora' da CRIATURA (Full Album) © 2016


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"Aurora" da CRIATURA (Full Album/Disco Completo) © 2016



00:00 - A Primeira

02:41 - Filhe

08:11 - Pastor Sem Cajado

12:59 - Aurora

21:42 - Moda Nova

25:10 - Menina da Paz

31:38 - Tempo

37:05 - Algarviada



A Criatura guia-se pelo tempo de sua Terra.

A dia 5 de Fevereiro de 2016, a Aurora chegou a Portugal ás 07:38.





Gravado entre 2014 e 2015 em Musibéria/ Kimahera/ Quarto ao Lado

Misturado e masterizado por Tó Pinheiro da Silva

Artwork por Duck.production

Distribuído por Tradisom Produções Culturais

Produzido por Edgar Valente e co-produzido por Paulo Lourenco



a CRIATURA é um bando repleto de músicos, fotógrafos, cantadores, técnicos, produtores, videógrafos, artistas. Todos eles são criadores. Também eles são criaturas.



Músicos:



| Edgar Valente (voz, teclados)

| João Aguiar (guitarra eléctrica)

| Paulo Lourenço (baixo eléctrico)

| Gil Dionísio (voz, violino e experimentalismos)

| Fabio Cantinho ( bateria e percussão electrónica)

| Acácio Barbosa (guitarra portuguesa, cavaquinho)

| Eloísa d' Ascensão ( voz e percussões tradicionais)

| Yaw Tembe (trompete e instrumentos de percussão)

| Alexandre Bernardo (guitarra acústica, cavaquinho e bandolim)

| Tiago Vicente (percussões tradicionais portuguesas e do resto do mundo)

| Ricardo Coelho (aerofones tradicionais, flauta transversal e percussões tradicionais)



com a ilustre participação do

GRUPO CORAL E ETNOGRÁFICO DA CASA DO POVO DE SERPA







"Diz o mapa que está na capa, que nasceu uma Criatura para amar em pedra dura. Algures no primórdio de um novo ciclo de uma árvore infinita.



Quisemos conhecê-la até à raiz, mas parámos na eterna questão da essência. Tentámos escalá-la até ao topo, mas para lá do último ramo ficou por alcançar a imensidão que pertence ao incognoscível.



Percebemos então que o saber tem limites; mas o sentir não. É o que nos distingue das máquinas, funcionar mesmo quando não sabemos o caminho. Somos capazes de quase tudo, mesmo sabendo quase nada. E cá estamos nós, 13,8 mil milhões de anos depois d' A Primeira eventual irrupção do Cosmos. Filhes de todo um mesmo nada... Pastores de cada diferente pedaço de tudo.



Uns com o Cajado entortado, outros Sem cajado tão pouco. É Portugal da Europa e do planeta Terra, quase-planeta-Guerra. Final do ano de 2015 depois de Cristo... ou de Alá... sabe-se lá. Descobre-se que o Universo diverge e se expande infinitamente, a toda a hora. Tudo aponta para a separação das partículas.



Mas depois há as que ainda empunham firmemente o cajado, e contra todas as evidências se resignam à individualização.

As que ainda olham o céu para lá da Luz artificial, e se conectam com a Terra para lá das solas. E umas com as outras, para lá do ego. As que ainda tiram proveito da lei da atracção e quando juntas, partilham ideias, trocam conhecimentos, falam de crenças. Todos com a mesma verdade, mas cada um com a sua pergunta. Depois, a energia em movimento: abrem-se as mentes, unem-se os dons, balançam-se os corpos, libertam-se as vozes!... Evoca-se o despertar da Aurora, para que chegue antes de irmos embora.



E canta o pai, canta a mãe, canta o neto e a avó! Até cante'am os tios alentejanos de Serpa em jeito de Moda Nova.



Ai, Menina da Paz! que o Tempo não volta atrás...

mas o Amor permanece... inefável.



Vamos mas'é fazer uma Algaraviada antes que se acabe a geração!

Porra."





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